O suíço Steve Guerdat, campeão de saltos de obstáculos, montou em um cavalo pela primeira vez antes mesmo de aprender a andar. Sua dedicação ao esporte e sua paixão por cavalos foram a razão de seu sucesso. Em 2012, Steve Guerdat ocupava a terceira posição no ranking mundial. Em 2013, venceu o Rolex Grand Prix no CHI Geneva em 2013. Na época, ele usava seu Rolex Cosmograph Daytona – um símbolo de suas conquistas e de uma paixão para a vida toda.

A relação entre um ginete e seu cavalo é como uma história de amor. Não é algo que acontece da noite para o dia. São várias horas de trabalho para tentar descobrir como interagir com seu cavalo e entender o que ele sabe ou não. E somente com tempo e confiança esta harmonia pode ser criada.

Eu sempre gostei de cavalos. Acho que já montava a cavalo antes mesmo de começar a andar. Para mim, montar a cavalo é sinônimo de felicidade, pois eu me sinto livre. Somos só eu e meu cavalo. É o sentimento que eu mais aprecio e que sempre busco na vida. O salto de obstáculos é mais do que um esporte, é um estilo de vida. É preciso ser viciado nisso, pois você precisa dedicar sua vida aos cavalos. É uma bela escola da vida: o que aprendo com os cavalos me torna uma pessoa melhor. O sucesso vem depois de tudo isso.

Meu Rolex Daytona me faz lembrar de tudo isso, pois eu estava com ele no pulso quando venci pela primeira vez o CHI Geneva em 2013. Foi um momento muito especial para mim, um dia que nunca vou esquecer.

Eu tinha 16 anos quando competi pela primeira vez no CHI Geneva. Eu adoro esse evento e o público que sempre me recebe de braços abertos. Para mim, é a melhor semana do ano. Eu sempre tento dar o melhor de mim todos os anos. Eu gosto de competir na Suíça, pois o público é a estrela da competição e assim que eu entro na arena e sinto o carinho das pessoas, é como se eu ganhasse asas.

Meu Rolex Daytona me faz lembrar de tudo isso, pois eu estava com ele no pulso quando venci pela primeira vez o CHI Geneva em 2013. Foi um momento muito especial para mim, um dia que nunca vou esquecer. É provavelmente o objeto que eu mais usei até hoje, pois ele está comigo dia e noite em todas as ocasiões.

Meu relógio viu muitos momentos memoráveis – felizmente, ele não pode falar, pois existem outros momentos que devem ficar apenas entre nós.

Quando eu olho para meu relógio, vejo um objeto que se tornou parte de mim.

O relógio de Steve Guerdat

Oyster Perpetual Cosmograph Daytona

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